Quase um mês após ser assinada, a Medida Provisória 220 foi rejeitada pelos deputados estaduais nessa terça-feira (08/05). A medida previa mudanças nas cobranças do ICMS para a Indústria em Santa Catarina de 17% para 12%. Esse espaço de tempo foi suficiente para perceber um certo prejuízo na economia.
— O acordo pode ser celebrado e o governo amanhã editar uma nova MP. Não há prejuízo para ninguém dessa forma. O que não pode é o texto continuar tramitando por mais 15 dias em uma MP que está trazendo prejuízos grandes para um segmento expressivo como o setor têxtil — disse Merisio (PSD).
Integração entre a operação e as rotinas fiscais
O líder do governo na Alesc, Valdir Cobalchini, disse que a próxima ação será conversar com a Secretaria da Fazenda para ver o encaminhamento. O governo ainda não sabe o que fazer, existem muitos prejudicados.
Enquanto isso a Fiesc aguarda um posicionamento do Governo após a votação e afirmou que continua apoiando a medida, pensa até em excluir apenas o setor têxtil da mudança da alíquota.
Informações fiscais na mesma base da gestão
As rotinas fiscal e contábil dependem dos dados gerados em compras, vendas, estoque e financeiro. Mantê-las integradas reduz a necessidade de redigitação e facilita a conferência antes das obrigações e dos fechamentos.
O escopo deve considerar o regime e os processos de cada empresa, além da forma de trabalho com a contabilidade interna ou externa.
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