No final da década de 50, quando os conceitos modernos de controle tecnológico e gestão corporativa tiveram seu início, surgiu o primeiro conceito de ERP, que basicamente era Planejamento de Necessidade de Materiais, hoje denominado MRP.
Naquela época o objetivo era planejar a produção de maneira muito mais eficiente, e garantir que os estoques não ficassem super lotados, e a lei da oferta e demanda funcionasse em sua plenitude.
O que este tema representa para a gestão
Mas logo na década de 80 perceberam que esse controle já não era suficiente, onde surgiu os sistemas que antecedem a produção em si. Já nessa época as empresas sabiam que era inevitável um sistema único e integrado.
A partir de 2000 tivemos um “boom” tecnológico, onde o desenvolvimento desenfreado de tecnologias vem avançado dia após dia, e as empresas de software estão cada vez mais competitivas e inovadoras.
Escolher um ERP é pensar na empresa como um todo, em cada área e cada processo, combinando dados e informações, e gerando resultados para empresa. Um sistema é essencial para a gestão da organização. Além de reduzir custos e retrabalho, é um aliado na competividade da empresa.
A tecnologia inovou muito, e o ERP avançou rapidamente para ser eficiente e se adaptar as empresas, hoje os sistemas atendem o que as empresas precisam. Mas antes de escolher um, saiba qual é o especialista para o seu segmento.
Processos integrados em uma única base
Um ERP conecta produção, estoque, compras, vendas, financeiro e fiscal para que os setores usem a mesma informação. Na cadeia têxtil, essa integração também precisa considerar lotes, grades, terceiros, rastreabilidade e planejamento da produção.
O escopo adequado depende do diagnóstico dos processos, dos módulos necessários e das responsabilidades definidas para a implantação.
Antes da configuração, mapeie entradas, responsáveis e saídas de cada rotina. Esse levantamento ajuda a distinguir requisitos essenciais de ajustes que podem ser planejados depois.
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